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sábado, 24 de dezembro de 2011
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
19:41
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
É a "nossa" lei.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
23:55
Da forma que eu amo um violão bem tocado, da forma que eu amo ver meu time ganhar, da intensidade da sensação de ouvir o som brusco e suave do mar, do meu olhar amante para a lua e estrelas. Nem juntando tudo que eu mais amo dá para demonstrar o quanto te amo, mesmo não gostando de falar do meu amor, mesmo sentindo presa quando falo do mesmo, mesmo, mesmo e mesmo, é assim que eu te amo, te amo com a boca, com o corpo, com a mente.
Amo também aquele sorriso de canto que você deu, amo a forma sufocante que você me beija, que me olha, me toca, me elogia. É natural, é soberano, infinito e bonito. Sem sorrisos forçados, sem carinhos sem paixão, sem beijos forçados, nós nos amamos da forma mais linda, nós amamos o amar natural. Encontramos a formula do amor.
O teu jeito delicioso de passar as mãos pelas minhas pernas, o jeito que acaricia meu rosto me chamando de linda com aquele sotaque que me faz ficar arrepiada só de pensar. Meu rosto junto com o seu, sua boca na minha, meu lábio inferior sendo puxado da forma mais desesperadora possível, os meus compulsivos suspiros ao pé do seu ouvido, minhas pernas por cima das suas, algo que quebrou barreiras, quebrou tudo, orgulho, medo, dor, distancia... Mas que reconstruiu os nossos corações, os transformando em corações mais vermelhos, mais apaixonados, "Ele bate mais forte quando está do seu lado".
Sem compromisso, sem promessas falsas, apenas olhares sinceros. Nada nem ninguém atrapalhou o nosso momento, nós merecemos um ao outro, estampado nos nossos rostos está "Eu o(a) amo". Essa é a nossa lei.
Amo também aquele sorriso de canto que você deu, amo a forma sufocante que você me beija, que me olha, me toca, me elogia. É natural, é soberano, infinito e bonito. Sem sorrisos forçados, sem carinhos sem paixão, sem beijos forçados, nós nos amamos da forma mais linda, nós amamos o amar natural. Encontramos a formula do amor.
O teu jeito delicioso de passar as mãos pelas minhas pernas, o jeito que acaricia meu rosto me chamando de linda com aquele sotaque que me faz ficar arrepiada só de pensar. Meu rosto junto com o seu, sua boca na minha, meu lábio inferior sendo puxado da forma mais desesperadora possível, os meus compulsivos suspiros ao pé do seu ouvido, minhas pernas por cima das suas, algo que quebrou barreiras, quebrou tudo, orgulho, medo, dor, distancia... Mas que reconstruiu os nossos corações, os transformando em corações mais vermelhos, mais apaixonados, "Ele bate mais forte quando está do seu lado".
Sem compromisso, sem promessas falsas, apenas olhares sinceros. Nada nem ninguém atrapalhou o nosso momento, nós merecemos um ao outro, estampado nos nossos rostos está "Eu o(a) amo". Essa é a nossa lei.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Pensamentos de uma solteira indignada.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
02:17
Tudo bem, se tem algo que não se deve citar quando estar comprometida, é sobre seus ex-namorados. Mas fala sério, tem algo mais difícil de esquecer? Meu namorado odeia quando cito o nome deles, mas afinal, quem é que gosta?
Esses dias mesmo, fui dar uma volta no quarterão com meu cachorro para esperar o meu namorado chegar, encontrei com um amigo da época do colegial, o Léu - que na verdade de amigo não tinha nada, sacoméné? O carinha do violão... aiai -, ele estava tão bonito que mal o reconheci. Milena? como duvidar desta voz? Léu? dei um sorriso de quem fica admirada - eu estava era flertando. Mas como? Você mora aqui? Precisa-se dizer onde foi parar essa conversa? É, ele me deu o telefone dele, e hoje estou pensando seriamente em trocar de namorado, ele tem um carro e uma casa bem melhor. Depois que cheguei em casa vi que o André já havia chegado. Oi morena, tô com uma fome... O que tem pra comer? Disse ele procurando algo. Eu e o André já estamos em um estagio do "amor" muito avançado, eu diria que demais para mim, acho que com o tempo nós vamos ficando tão íntimos que parece até que estamos casados, o que certamente me dá náusea. Deve ter algo na geladeira, Léu. Fudeu! Como é que é?! Eu estou ficando surdo ou você disse mesmo o nome daquele loiro metido a besta? Havia me esquecido de que André era o André e de que Léu era o Léu, AA mas não precisava disso tudo vai, eu só confundi os nomes poxa!
Já tem alguns dias que o André não me liga, e tão pouco vem comer um miojo aqui em casa, pensei que não me sentiria assim, mas estou mal pela ausência do meu mineirinho. Mas já que não tem tu, vai tu mermo. Peguei o meu cachorro e fui dar uma volta no quarterão. Milena? Que bom te encontrar novamente por aqui! Hehe, me dei bem! Agora é só mexer o cabelo, dar um belo sorriso e falar manso. Ooooooi Léu! Eeeu estooou bem, e vooocê amor? Ele me olhou com uma cara estranha, falei manso demais? Sim, eu falei... Milena, eu já estava querendo te apresentar a minha namorada, Graziela. AMOOOOR! vem cá.. Simplesmente corri, aquela palavra ficou na minha mente, aquela palavra que eu tanto evitava "AMOOOOR!" Essa droga de amar é uma merda, já vai fazer duas semana que estou sem falar com André, mas eu sinto tanto a falta dele, nem balada, nem compras, nem vibrador, nem filmes de terror, nem funk... NADA resolve essa saudade que sinto por ele, do jeito que ele me fazia cocegas, das brincadeiras na cozinha, dos eventos familiares que ele me acompanhava sempre para que eu não morresse de tédio. Perfeito na medida para transformar a minha vida. Todo esse tempo eu tenho tentado me convencer de que o amor não é necessário, qualquer um pode viver sem esse sentimento estupido, mas eu não posso. Eu também amo!
Regras:
~Falar 9 coisas sobre mim.
~Colocar o link de quem me mandou.
~Indicar o selo para 9 blogs.
Nove coisas sobre mim:
~ Sou uma amiga fiel, mas pra conquistar minha fidelidade...
! Amo de paixão Renato Russo.
@ Tenho muitos amigos que moram longe.
# Toco violão.
$ Tenho um irmão de consideração.
% Sou evangélica (e não uso saião nem um cabelo enorme, tenha um pouco mais de conhecimento por favor...)
& Tô escrevendo um livro de cronicas.
* Moro com minha avó no interior de SP (por pouco tempo).
+ Ano passado: li dois livros - Este ano: li 12 :/ (apenas)
Nove blogs:
~ Sucrilhos e Neuroses
! O amor é uma falácia
@ Criativo Compulsivo
# Words for you, truths for me
$ Aquilo que faz sonhar
% De repente... MÃE
& Remember the Sunshine
* Distúrbios Sóbrios
+ What the fuck
Nove coisas sobre mim:
~ Sou uma amiga fiel, mas pra conquistar minha fidelidade...
! Amo de paixão Renato Russo.
@ Tenho muitos amigos que moram longe.
# Toco violão.
$ Tenho um irmão de consideração.
% Sou evangélica (e não uso saião nem um cabelo enorme, tenha um pouco mais de conhecimento por favor...)
& Tô escrevendo um livro de cronicas.
* Moro com minha avó no interior de SP (por pouco tempo).
+ Ano passado: li dois livros - Este ano: li 12 :/ (apenas)
Nove blogs:
~ Sucrilhos e Neuroses
! O amor é uma falácia
@ Criativo Compulsivo
# Words for you, truths for me
$ Aquilo que faz sonhar
% De repente... MÃE
& Remember the Sunshine
* Distúrbios Sóbrios
+ What the fuck
sábado, 13 de novembro de 2010
Carolina.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
01:31
Voltei correndo pra casa naquele dia, chutei a porta do quarto, já com os olhos lacrimejando. Ela estava beijando o abdome dele, vagabunda, já estava nua. A minha vontade era de pegar o cabo de vassoura que por ali estava e penetrá-lo corpo a dentro, loira desgraçada. Enxuguei minhas lágrimas, ela tentou esconder o seu corpo putamente delineado. Peguei o primeiro objeto que as minhas pequenas mãos alcançaram, lancei um vaso de flores - que estava com as rosas que o filho da mãe me deu de um ano de casamento no dia anterior -, ouviu-se um estalo do vaso se quebrando, juntamente com ele o meu coração. Xinguei os dois por um minuto ou mais e saí dali prometendo vingança. Sabia que ele correria atrás, foi dito e feito.
- Carolina, abre essa porta por favor! - falei pra mim mesma que se abrisse aquela porta seria capaz de partir ele em picadinhos e depois ir no parque da cidade e jogar os restos para que os patos comecem.
- Seu Filho da mãe, SOME DAQUI! - gritei após um soluço exaltado.
- Ô minha morena, não faz isso vai. - chorei mais quando me chamou de morena, com o seu maldito sotaque carioca. Resolvi abrir a porta, juntar todas as minha forças e acabar com ele. Sem sucesso, o máximo que consegui foi dar um soco em seu peito e um tapa nessa sua cara lavada, o que provavelmente não deve ter doído nada. Chorei muito mais, como se alguém tivesse morrido, e realmente tinha, a minha confiança foi para nunca mais voltar. Sem forças pra ao mínimo respirar, você me abraçou forte, me acolheu em seus braços, caí vagarosamente, escorrendo dos seus braços, fiquei deitada no chão. Você sem reação deitou-se ali do meu lado, olhou nos meus olhos e acariciou meu rosto. Alguns instantes depois ouvi o trágico silêncio, o sangue se espalhava pelo carpete bege, enxuguei novamente minhas lágrimas, tentando enxergar o que elas escondiam. Ele disse quase em um sussurro: É o único jeito de acabar com essa dor, minha doce Carolina.
- Carolina, abre essa porta por favor! - falei pra mim mesma que se abrisse aquela porta seria capaz de partir ele em picadinhos e depois ir no parque da cidade e jogar os restos para que os patos comecem.
- Seu Filho da mãe, SOME DAQUI! - gritei após um soluço exaltado.
- Ô minha morena, não faz isso vai. - chorei mais quando me chamou de morena, com o seu maldito sotaque carioca. Resolvi abrir a porta, juntar todas as minha forças e acabar com ele. Sem sucesso, o máximo que consegui foi dar um soco em seu peito e um tapa nessa sua cara lavada, o que provavelmente não deve ter doído nada. Chorei muito mais, como se alguém tivesse morrido, e realmente tinha, a minha confiança foi para nunca mais voltar. Sem forças pra ao mínimo respirar, você me abraçou forte, me acolheu em seus braços, caí vagarosamente, escorrendo dos seus braços, fiquei deitada no chão. Você sem reação deitou-se ali do meu lado, olhou nos meus olhos e acariciou meu rosto. Alguns instantes depois ouvi o trágico silêncio, o sangue se espalhava pelo carpete bege, enxuguei novamente minhas lágrimas, tentando enxergar o que elas escondiam. Ele disse quase em um sussurro: É o único jeito de acabar com essa dor, minha doce Carolina.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Nada como um dia após o outro.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
00:50
"Eu sei qual é o sentido do amor hoje, eu não sabia, agora eu sei. Tem tanto tempo que não tomo um banho de chuva, que acho graça nas coisas simples, ele me faz sentir nova de novo. Eu me casei, com o homem ideal, maravilhoso. No começo eu não dei a ele o valor necessário, mas ele compreendeu, sempre foi muito amigo, companheiro. Agora falo como mulher, tenho um único filho, João Eduardo, fruto de um relacionamento muito mal sucedido, mas eu o amo, fora o presente mais lindo que já ganhei. Escolhi Eduardo, por ser um nome doce, que me passa fraternidade e confiança. Meu marido escolheu João por ser um nome forte, o que modesta parte, ele realmente é. Hoje Eduardo completa quatro anos, o sotaque carioca já é fluente em suas desajeitadas palavras.
O amor prevaleceu, isso é o meu contentamento. Estou feliz por ter uma familia linda, perfeita, graças a Deus, minha vida não é como eu planejava, porque a vida que levo hoje não passava nem perto do meu mundinho de garota sonhadora. Mas, nada como um dia após o outro."
Luana fechou seu 'querido diário' o deixou ali em cima da escrivaninha, saiu de seu quarto, fechou a porta sem olhar para trás, respirou fundo e sorriu. Eduardo estava indo de encontro com a mãe a todo vapor com seu velotrol que acabara de ganhar de sua avó, Taís.
- Mamãe, olha o que eu ganhei!
- Nossa meu filho, que bacana e quem foi que te deu? - lá atrás ela avistara Renan com a fralda de Eduardo na mão e Taís com um olhar coruja. Luana abraçou seu filho, Renan a acompanhou, Taís pedia uma foto em familia, os três ficaram juntos, e o flash disparou junto com a campainha que tocou, Helena foi atender. André apareceu na porta com um presente em mãos do seu lado estava Alice, ela era realmente linda. Luana sentiu seu coração sutilmente cortar, sentiu a pontada física, mas não deixaria isso transparecer, sem recaídas foi cumprimentar seus convidados.
- Alice, André! - acenou de longe. Renan a acompanhou segurando firme em sua mão, ela o olhou nos olhos e sorriu com a certeza de que tinha se casado com o homem certo.
Fim.
Terminei o conto, se alguém leu, espero que tenham gostado, foi importante escreve-lo, pois foi o meu primeiro conto. Enfim, é isso. Sentirei saudade de escrever sobre a Luana e a sua doce imaturidade emocional. Um conto sobre o Eduardo virá, só isso que tinha a dizer. Comente pelo menos no último capitulo ok? Amo vocês, beijos e FUI :*
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Uma última vez.
Postado por
Julia Guerreiro
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às
14:14

Nós dois estávamos ali, era a última vez em que poderíamos ficar juntos. Ela é linda, chega ao ponto de ser extremamente perfeita pra mim, minha deusa. Eduarda e eu namoramos durante a sétima série, eramos jovens e imaturos. Seu pai nunca concordou com o nosso 'namorico', tivemos que nos afastar, desde então só nos encontramos assim, fugindo de seu pai e seus seguranças, ela sempre fora uma filha de se admirar. Eduarda sempre frenquentava a igreja, o coral da escola, a academia de letras... Até tentei acompanhá-la, mas foi tolice minha.
Hoje, ela está formada em Arquitetura e no momento faz um bacharelado. Eu sou musico, tenho uma banda a uns três anos, estamos indo de mal a pior, viver de música é muito difícil. Enquanto moro em um apartamento pequeno com meus irmãos, ela mora em uma mansão em Washington, está designada a casar-se com um mauricinho, filho de algum empresário bem sucedido, que pode muito bem ser um patrão meu.Porém, que a dará a vida que merece.
Eram quatro da manhã quando eu a arrastei até esse acampamento cheio de malucos, nós já viemos aqui antes, no primeiro ano do colegial. Amanhã a mulher da minha vida se casará, hoje e somente hoje podemos ficar juntos, eu a abraço por uma última vez, ela olha nos meus olhos e isso me traz dor, eu queria ser o homem ideal para ela. Depois de um longo momento em silêncio, Eduarda diz 'Promete voltar e me buscar?', eu apenas fiquei em silêncio, infelizmente eu não podia prometer, nunca estaria a altura dela, desviei o olhar daqueles olhos cor de mel, que ainda queimavam de esperança. Olhei para o nascer do sol, ela acompanhou meu olhar e chorou em meu ombro, então eu disse em um sussurro 'Eu te amo Eduarda, mas infelizmente isso não é suficiente'.
36ª edição visual - Projeto Bloínquês.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
É preciso saber viver.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
00:55
Barreiras, ciladas, desentendimentos, desvalorização, complicação, tempestades, picos de emoção, menos razão, mais emoção, grosserias, egocentrismo, verdades, vidas, distancia, amor, dificuldades, foda-se, destino, PARE!, paixão, sexo, risadas, perfeição, imperfeição, ar, vida, querer, ter, poder, loucuras, mudança, valores, coerência,
Sinônimos de um amor mal resolvido, de uma frustração, de sonhos
Tudo a minha volta mudou, todo o meu interesse por pequenos detalhes, tudo isso acabou. Sou nova, sou livre, sou Julia, sou foda. Mesmo que doa, primeiro eu, depois você. Primeiro o amor próprio: conquistas, lutas, estudos, caracter, alegrias, amizades, faculdade, foco, emprego, Deus. Depois você: filhos, lutas, conquistas, alegrias, amor, paixão, fogo, choros, felicidade, prazer, amadurecimento, um completando o outro.
" Vai ver a gente não conhece o amor direito, prazer eu sou um
Jorge e Mateus - Mil anos
Sim, esse texto saiu de dentro de mim, com todo o meu sentimento de dor e amor, não gosto de parecer ser fraca, sou forte, sou rocha. Tenho autoconfiança, confio em mim e em Deus, assim vou viver, até um belo dia você aparecer, com um buque de flores e uma aliança, me pedir em casamento e dizer que me ama, mas quando esse dia chegar estaremos fortes, firmes, maduros, até mesmo frios, e tudo vai acontecer, como tem que ser.
domingo, 26 de setembro de 2010
Nada como um dia após o outro.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
00:59
Ela demorou um pouco para reconhecê-lo, mas quando viu o seu sorriso, de novo veio uma tonelada de lembranças em sua mente. E pela primeira vez em todas aquelas semanas sorrio verdadeiramente. Então, Luana abriu os braços para abraçá-lo.
- Renan! - ela o abraçou, e depois pegou suas flores. - Obrigada, pelas flores.
- Renan! - ela o abraçou, e depois pegou suas flores. - Obrigada, pelas flores.
***
Renan vinha visitá-la toda terça e quinta. Luana descobriu que ele havia se formado em medicina e estava tendo uma vida boa morando em Copacabana. Trabalhava como pediatra em um outro hospital, passava ali no horário de almoço, antes de chegar ao quarto de Luana, passava na maternidade para ver seu filho que estava a se recuperar.
- Boa... - Renan olhou no relógio. - ... tarde. - Luana sorriu ao vê-lo.
- Sabe o que vamos comer hoje?
- O que? - Ele fechou a porta e tirou da mochila um saco de cor marrom, parecia saco de pão. Ela se ajeitou na cama, para ver.
- Mc Donald's! - ela soltou uma gargalhada.
- Você é um péssimo médico. - ele a serviu, e os dois comeram ali mesmo.
- Me conte mais sobre você, não se casou? - ela perguntou, mostrando despreocupação.
- Não. - Luana engoliu em seco a resposta.
- Acho que não devia ter perguntado.
- Está tudo bem. - ele deu um sorriso amarelo. - A vida nos prega umas peças. - Luana permaneceu calada. - Fiquei noivo de Vitória, namoramos durante 2 meses, mas eu já estava decidido, ela era a mulher da minha vida. - Luana engoliu em seco de novo. Vitória fora sua primeira colega no colegial, era linda, tinha cabelos compridos e tingidos de ruivo. Era branca como a neve, doce e sentimental. Fora sua melhor amiga nos três anos de colégial. Renan era amigo dela também, mas ela era namorada de Iago, ele não ousaria conquistá-la tendo ela como namorado seu primo. Renan viu seu rosto confuso e sorriu.
- Calma, eu vou te explicar. - Luana assentiu e voltou a comer seu sanduíche.
- Iago foi morar em Porto Alegre, tio Mario foi transferido para lá. Terminou com Vitória, em lágrimas. O namoro deles era tão intenso, a gente ficava rindo lembra? Quando ela chegava na sala chorando, todo mundo já sabia o que era. - Luana completou.
- A gente dizia: 'Calma Vivi, você sabe que vai dar tudo certo, vocês vão voltar e tudo vai ficar bem'.
- É verdade. Ela era um doce de pessoa. Então, quando Iago mudou aquele choro se tornou constante. Todas as aulas do cursinho ela ficava com a cara fechada. Foi ai que nos aproximamos, fiquei muito amigo dela, seis meses depois estávamos namorando, pedi ela em casamento. No dia do nosso jantar de noivado aconteceu uma tragédia. Eu já estava no restaurante junto com os meus pais e alguns amigos do cursinho, ela estava vindo com seus pais e seu irmão. Uma caminhonete bateu no carro deles, e somente o irmão dela sobreviveu. - Luana o olhou, ficou abalada com a morte de sua amiga.
- Faz quanto tempo que isso aconteceu?
- Algumas semanas. - Luana o olhou, seus rostos estavam próximos, ela o olhou nos olhos, confusa. Ele a beijou, intensamente.
- Boa... - Renan olhou no relógio. - ... tarde. - Luana sorriu ao vê-lo.
- Sabe o que vamos comer hoje?
- O que? - Ele fechou a porta e tirou da mochila um saco de cor marrom, parecia saco de pão. Ela se ajeitou na cama, para ver.
- Mc Donald's! - ela soltou uma gargalhada.
- Você é um péssimo médico. - ele a serviu, e os dois comeram ali mesmo.
- Me conte mais sobre você, não se casou? - ela perguntou, mostrando despreocupação.
- Não. - Luana engoliu em seco a resposta.
- Acho que não devia ter perguntado.
- Está tudo bem. - ele deu um sorriso amarelo. - A vida nos prega umas peças. - Luana permaneceu calada. - Fiquei noivo de Vitória, namoramos durante 2 meses, mas eu já estava decidido, ela era a mulher da minha vida. - Luana engoliu em seco de novo. Vitória fora sua primeira colega no colegial, era linda, tinha cabelos compridos e tingidos de ruivo. Era branca como a neve, doce e sentimental. Fora sua melhor amiga nos três anos de colégial. Renan era amigo dela também, mas ela era namorada de Iago, ele não ousaria conquistá-la tendo ela como namorado seu primo. Renan viu seu rosto confuso e sorriu.
- Calma, eu vou te explicar. - Luana assentiu e voltou a comer seu sanduíche.
- Iago foi morar em Porto Alegre, tio Mario foi transferido para lá. Terminou com Vitória, em lágrimas. O namoro deles era tão intenso, a gente ficava rindo lembra? Quando ela chegava na sala chorando, todo mundo já sabia o que era. - Luana completou.
- A gente dizia: 'Calma Vivi, você sabe que vai dar tudo certo, vocês vão voltar e tudo vai ficar bem'.
- É verdade. Ela era um doce de pessoa. Então, quando Iago mudou aquele choro se tornou constante. Todas as aulas do cursinho ela ficava com a cara fechada. Foi ai que nos aproximamos, fiquei muito amigo dela, seis meses depois estávamos namorando, pedi ela em casamento. No dia do nosso jantar de noivado aconteceu uma tragédia. Eu já estava no restaurante junto com os meus pais e alguns amigos do cursinho, ela estava vindo com seus pais e seu irmão. Uma caminhonete bateu no carro deles, e somente o irmão dela sobreviveu. - Luana o olhou, ficou abalada com a morte de sua amiga.
- Faz quanto tempo que isso aconteceu?
- Algumas semanas. - Luana o olhou, seus rostos estavam próximos, ela o olhou nos olhos, confusa. Ele a beijou, intensamente.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Tudo tem um fim.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
23:46
''As vezes não importa o quanto você quer que as coisas aconteçam, tudo que você pode fazer é esperar''.
É de se desfalecer o coração essa minha forte impressão de que novamente tudo vai dar errado, e eu sofrerei em vão. Você sofrerá, mas o seu amor próprio e o seu orgulho não deixará você transparecer tal sentimento. Já comigo, tudo será diferente, o meu rendimento escolar cairá, provavelmente ficarei por meses trancada em meu quarto, olhando em meu espelho o reflexo do fracasso desse amor mal resolvido, lutando para que nada seja real, nem mesmo a minha existência. Eu te amo, e disso eu estou certa, pois não posso ao mínimo pensar em te perder. Passo horas pensando em acordar ao seu lado, te abraçar e dizer olhando em seus olhos, que te amo.
Os meus sonhos são básicos, me casar com você, ter um(a) filho(a), ensina-lo(a) a andar de bicicleta, a tocar alguns intrumentos, a torcer para o corinthians, a falar... Os meus sonhos são tão fáceis de serem realizados, mas nada vai ser do jeito que eu quero, e sim do jeito que Deus quer, e quem sou eu pra julgar o que é melhor pra mim? Infelizmente ou felizmente nada sou.
Eu desejo desejar que você seja feliz, mesmo se não for comigo. Assim como você deseja a minha felicidade.
O problema é que o nosso amor é grande demais para a vida. Nada basta. O problema é que tudo vai ter que acabar bem antes de começar, bem antes da morte chegar.
Tinha tirado o texto porque eu tô achando o blog muito melódico, muito cheio de 'nhenhenhem' e isso já está me irritando. Não sou uma menina que vive na lua, só sou um poucomuitovolúvel, mas isso não quer dizer que sou uma retardada que vive de amor. E quero começar a mudar as coisas por aqui. Comunicarei vocês :*
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Amor. Paixão – ódio.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
15:19
AMOR. Ah como o amor é lindo, tudo supera, tudo inspira, tudo ajuda. Mas ainda sim, é limitado.
PAIXÃO. Loucura, que ninguém pode controlar. Sentimento momentâneo, que faz com que sonhemos, e nos iludimos. E toda vez que acaba, pensamos ‘como eu fui boba, quem ele pensa que é?’
ÓDIO. O sentimento que vem logo depois da paixão, você se apaixona e logo depois odeia, isso é um fato.
A minha raiva e angustia – o motivo pelo qual aqui lhes escrevo-, é de não poder saber (ainda) o que é sentir paixão, o que é sentir amor, e o que é sentir ódio. Não saber ao certo definir cada sentimento, do mesmo jeito em que nós discernimos norte e sul, quadrado e bola, preto e branco. Então decidir não tentar desvendar e definir cada sentimento, vou apenas sentir.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Tudo (por, para, com, de..) você.
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
16:47
É evidente, só de olhar pra mim já se nota: o sorriso abobado, os pensamentos longe, a respiração - ao mesmo tempo em que triste, feliz.-, o olhar distante, a fala mansa, os pés que praticamente não ficam no chão mais. Eu olho para o meu futuro e não consigo me imaginar longe de ti, não consigo me imaginar com outro alguém a não ser você. Eu preciso de você a cada suspiro, a cada piscar de olhos. Cada vez que eu penso em ti meu coração se aperta e causa uma dor física. Eu tenho vontade de largar tudo só pra viver o resto dos meus dias com você. Esse sentimento se aflorou, do nada. Eu só te amo, e acho que não preciso saber por que, eu só preciso sentir. Com toda a minha alma eu preciso sentir, o teu amor é como música suave aos meus ouvidos, as vezes a música fica bem agitada, as vezes a música fica fúnebre, as vezes ela dar um ar de esperança, ''sonhos vem, sonhos vão e o resto é imperfeito''. Eu acordo e o primeiro pensamento é você, ''será que você dormiu bem?''. Por mais que seja difícil, eu vou lutar. Se eu parar é porque eu finalmente consegui, se eu estiver lutando é porque eu realmente preciso de você, e enquanto não tiver você ao meu lado, não vou conseguir a felicidade tão desejada.
Eu não preciso de mais nada, a não ser você. Eu não quero uma casa luxuosa, eu não quero posse, não quero fama, não quero status, não quero o maior das coisas materiais, eu só quero você. E eu vou conseguir, pois eu nunca desistirei de ti, de nós, do amor.
John sz'
Eu não preciso de mais nada, a não ser você. Eu não quero uma casa luxuosa, eu não quero posse, não quero fama, não quero status, não quero o maior das coisas materiais, eu só quero você. E eu vou conseguir, pois eu nunca desistirei de ti, de nós, do amor.
John sz'
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Você
Postado por
Julia Guerreiro
,
às
01:45
Enquanto eu olho para traz, vejo que aprendi muito.
Enquanto eu olho para o céu, sonho com um abraço teu.
As vezes me pergunto sobre a sua personalidade estranha.
As vezes sorrio com a tua ironia.
E quando te coloco em minha mente, os meus sonhos transbordam.
Quanto te conserto da forma exata que eu pretendo, vejo que na verdade não é assim que eu quero, eu quero ver teu sorriso em meio aos teus defeitos.
Minha inspiração, é você. Eu fecho os olhos para lhe ver.
E os teus olhos encantam a luz de um dia frio e vazio.
As tuas palavras soam como mel e cada vez eu desejo ouvi-las mais e me deliciar com a tua voz rouca que eclode em meus ouvidos.
Enquanto eu olho para o céu, sonho com um abraço teu.
As vezes me pergunto sobre a sua personalidade estranha.
As vezes sorrio com a tua ironia.
E quando te coloco em minha mente, os meus sonhos transbordam.
Quanto te conserto da forma exata que eu pretendo, vejo que na verdade não é assim que eu quero, eu quero ver teu sorriso em meio aos teus defeitos.
Minha inspiração, é você. Eu fecho os olhos para lhe ver.
E os teus olhos encantam a luz de um dia frio e vazio.
As tuas palavras soam como mel e cada vez eu desejo ouvi-las mais e me deliciar com a tua voz rouca que eclode em meus ouvidos.
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