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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Nova Carolina

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 Mudar de opinião não é vergonha pra mim, mudar não é vergonha. Eu tô sempre mudando mesmo, saio de casa branquela, volto da praia no bronze total. Então seria ridículo dizer que tenho uma ideia hoje, a mesma a amanhã e assim para todo sempre.
 Minhas ideias mudaram, digamos que hoje eu fiquei romântica! Sim, romântica (: Mas não muito, né? Não se esqueçam meu nome ainda é Carolina, ainda sou irônica e meio chata as vezes :(

 Existem mudanças que só são vistas com o tempo... Então, parem de ler sobre a minha mudança e a VEJA!



Beeeeeijos fã's do meu coração! Estava com saudades de vocês. Acontece que quem me dá vida resolveu parar de me "vivificar", mas eu amo vc Julia! 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Doce Carolina - Doce? doce é o !*$*$#&%

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  Não basta apenas dizer "acalme-se doce Carolina", não é assim que funcionam as coisas por aqui. Eu quero mais do que palavras, quero ação, eu quero mais! Não me venha com: meu amorzinho, moréco, môzão, bem... NÃO! Eu não quero apelidos carinhosos, não quero carinho, não quero zelo - pelo menos não agora, não no meu momento de estresse.
 Eu não quero suas desculpas agora, não quero o som do seu violão popular. Eu quero a sua força, sim, àquela que você usa quando me puxa pela cintura e insiste em tirar a minha blusa. Eu quero o som distorcido da sua guitarra violentamente alta. O que mais eu tenho que fazer para você perceber que eu quero o seu corpo dentro do meu?
 Para de ser meu príncipe, para de ser cavaleiro, cortês, educado, bom moço. Ei! Eu nem sou chegada em romantismo, dá pra parar de ser tão perfeito? Meu corpo moreno está aqui, cheio de curvas para serem delineadas por ti, cheio de vontade de se dá. Dá pra POR FAVOR me tocar mais bruscamente, dá pra ser um pouquinho mais canalha?
 E pelo amor de Deus, garoto, não me chame mais de DOCE, eu não sou um doce. E se sou, tenho certeza que sou o doce mais amargo que você já experimentou. Vem aqui, deixa eu te ensinar o que é amar com toda a alma.

"Adoro ela. Porque é lá onde você confessa seus desejos ocultos" Felipe Eller

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Carolina.

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Ela sorriu com a sensação deliciosa que ele a fazia sentir.
Pela primeira vez em sua cama, Carolina sentia cada gosto de sua boca, de seu corpo.
Pela primeira vez na sua vida sentiu o corpo dele dentro do seu.
Carolina por dentro gritava de amor e dor. Sentiu mais uma pontada e então adormeceu.
No outro dia acordou assustada, lembrou da noite anterior e sorriu, logo depois chorou, como se estivesse cometido um assassinato. Se vestiu rápido, quase em um desespero silencioso, fugira dali.
Se imaginava presa a ele, mais porquê? Talvez por ter sido inesquecível. Carolina nasceu para voar, e jamais ficaria presa nos braços de um moreno alto, bonito e sensual, só porque fora sua primeira vez.
Entrou no metrô, estava indo de volta pra casa, o sol refletia seu rosto malicioso, imaginava a cara do rapaz ao ver a cama vazia.

Amo escrever sobre ela, me faz sentir livre.

sábado, 13 de novembro de 2010

Carolina.

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 Voltei correndo pra casa naquele dia, chutei a porta do quarto, já com os olhos lacrimejando. Ela estava beijando o abdome dele, vagabunda, já estava nua. A minha vontade era de pegar o cabo de vassoura que por ali estava e penetrá-lo corpo a dentro, loira desgraçada. Enxuguei minhas lágrimas, ela tentou esconder o seu corpo putamente delineado. Peguei o primeiro objeto que as minhas pequenas mãos alcançaram, lancei um  vaso de flores - que estava com as rosas que o filho da mãe me deu de um ano de casamento no dia anterior -, ouviu-se um estalo do vaso se quebrando, juntamente com ele o meu coração. Xinguei os dois por um minuto ou mais e saí dali prometendo vingança. Sabia que ele correria atrás, foi dito e feito.
- Carolina, abre essa porta por favor! - falei pra mim mesma que se abrisse aquela porta seria capaz de partir ele em picadinhos e depois ir no parque da cidade e jogar os restos para que os patos comecem.
- Seu Filho da mãe, SOME DAQUI! - gritei após um soluço exaltado.
- Ô minha morena, não faz isso vai. - chorei mais quando me chamou de morena, com o seu maldito sotaque carioca. Resolvi abrir a porta, juntar todas as minha forças e acabar com ele. Sem sucesso, o máximo que consegui foi dar um soco em seu peito e um tapa nessa sua cara lavada, o que provavelmente não deve ter doído nada. Chorei muito mais, como se alguém tivesse morrido, e realmente tinha, a minha confiança foi para nunca mais voltar. Sem forças pra ao mínimo respirar, você me abraçou forte, me acolheu em seus braços, caí vagarosamente, escorrendo dos seus braços, fiquei deitada no chão. Você sem reação deitou-se ali do meu lado, olhou nos meus olhos e acariciou meu rosto. Alguns instantes depois ouvi o trágico silêncio, o sangue se espalhava pelo carpete bege, enxuguei novamente minhas lágrimas, tentando enxergar o que elas escondiam. Ele disse quase em um sussurro: É o único jeito de acabar com essa dor, minha doce Carolina.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Carolina.

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Muito tempo se passa, mas finalmente àquele lugar ele retorna.
Ela se levanta exaltada e, de repente, se vê admirada pelo rapaz em que João se transformara.
Ele se diz indiferente e logo fica descontente, pois a beleza estonteante de sua amada ali não se apresentara.
‘'O que foi que aconteceu? Os teus olhos não mais demonstram a arrogância e firmeza que em ti eu tanto lisonjeava. ’’
Timidamente ela recua e responde:  ''Meu bem querer, o tempo que me afastou de você me fez reviver cada segundo de minha intolerante arrogância. Hoje os teus olhos me lembram de um passado trágico e cômico, de um presente incerto e de um futuro que em suas mãos lhe entrego.’’
Ele se aproxima decidido a mudar o futuro e presente da jovem que ele tanto amava.
  ''Case-se comigo minha doce Carolina? E deixe esse seu presente incerto.’’
Ela se aproximou, e quando o seu rosto mostrou estava estampado o seu sorriso malicioso, arrogante e caloroso. Ela se aproximou e com as duas mãos tocou o rosto de João. Ele a beijou.


sábado, 24 de julho de 2010

Carolina.

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Com uma compostura refinada, ela se senta.
Como um faceiro, ele se atenta.
Palavras escolhidas a dedo faz com que ela se torne ao mesmo tempo em que delicada, forte.
Com palavras chulas, ele se transforma em um adorável cafajeste.
De um jeito meigo e mágico ela se aproxima.
Ele a nega e a rejeita, por um simples jogo de sedução.
Ela finge desistir, e rapidamente consegue o que quer.
Ele se entrega, estupidamente apaixonado.
Ela o esnoba , mesmo com o coração despedaçando.
Ele tenta esquecê-la.
Ela tenta rir da situação, mas não consegue, não.
Ele vai em borá. Então Carolinna senta e  desesperadamente, por ele chora.


Homenagem a personagem que a minha amiga Tay do blog Sucrilhos e Neuroses criou.
Um beijo Tay!
 

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