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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

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 Tem coisas que precisamos fazer e que nunca iremos entender. Hoje foi o pior dia do ano, mas vou começar por um dos melhores, não do ano, mas um dos melhores dias. Não sei a data, mas me senti tão bem ao seu lado, como se tudo, TUDO pudesse me acontecer, mas não importava, por que depois eu teria o melhor dos ombros pra poder chorar, e depois que me levantasse dali sairia com um sorriso no rosto. Você sempre me alegrava, sempre me fazia sorrir enquanto chorava, você sempre esteve ali. E agora de uma hora pra outra, não está mais. É como se depois de termos montado todo um quebra-cabeça, embaralhássemos tudo e fizéssemos com que tudo que foi construído, passasse a ser nada. Posso ter sido uma imbecil de ter virado as costas pra você hoje, enquanto tudo que eu mais desejava era ter o teu abraço bem forte, só pra mostrar que estava ali novamente, e que me faria sair sorrindo de novo. Mas eu aguentei até virar as costas, sorri sem querer sorrir, virei as costas e desde então não parei mais de chorar, as pessoas dizem pra eu ficar calma, dizem e dizem e dizem. Ninguém sente o que eu sinto, tudo que aconteceu hoje tem algum fundamento, e bom... chegamos ao começo do fim.

 “Não importa quantas milhares de pessoas viraram estatística. Quem um dia você chamou de amigo, será sempre uma pessoa, nunca um número qualquer em registros hospitalares. Vou além, nem o sangue tão dessemelhante me impede de te chamar de irmão.” (: 


 Eu prefiro acreditar que vai ser melhor assim.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Schönheit .-.

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- Toma Jú, eu estava com ele no pescoço para me lembrar de te entregar. - Ele me entregou o colar e arrancou de mim um sorriso, afinal o meu bico estava enorme no banco de trás.
- O COLAR!

 E eu não me canso de lembrar disso, eu não sei por que.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

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Para ter alguém como você só fazendo por merecer.
De uma semana pra outra, melhores amigos
De uma conversa e outra, você sempre comigo.
Como se não houvesse um único padecer
Tudo fica divertido quando estou com você. (alerta clichê)


Sabe quando tá tudo uma merda, e só tem uma pessoa que pode te ouvir? Mesmo que não fale nada. Essa pessoa te ouve como se só ela no mundo tivesse ouvidos. E quando descarrego tudo, com choro, com agonia, ansiedade, no fim sempre é isso. Eu rindo e você despedaçando a sua banca de durão, cheio de frieza. Mas é assim, você se faz real pra mim, sem farsa, fingimento ou "bancas". Perto de mim você é o que é, e não precisa se esforçar, é natural. Não que você seja falso, mas ao lado dos outros você veste uma capa  pra ver se assim não se machuca mais...

Bem que hoje eu queria dizer, "Não preciso falar que amo você, eu amo você, e isso basta". HAHA, mas parece quase impossível pensar em você e não lembra logo do seu ou nosso sinônimo: Amor!

Agora deixo minhas palavras aqui guardadas, em oculto. Quem sabe um dia leia, mas acho melhor não, você riria com tanto clichês!
Nunca tive isso. Mas agora tenho, e não me contento com as horas de conversas "frias" ( de mentirinha, por que no fundo estão cheias de amor )

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

De fato é assim.

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 Bom, sei que tem um bom tempo que não posto, é que postar no twitter é bem mais fácil, de fato. E já que estamos nesse clima de twitter, vou colocar um vídeo aqui.
Ps.: A Gabriela e a Isa (amigas) disseram que lembraram muito de mim quando assistiram -.- mereço viu.



É, de fato parece comigo. Quando se é do centro-oeste e vem para o Sudoeste, as pessoas logo te intitulam Nordestina. Tudo bem, meu sotaque é misturado. E provavelmente as meninas lembrara de mim porque o ritmo musical é Forró (forró, nordeste ... hãhã...) e porque eu AMO TWITTAR! rsrs

Bom, isso foi um dos fatos. O outro aconteceu hoje, eu finalmente achei o escritor perfeito, Julia Melo você é
a escritora perfeita. Eu nunca havia achado um homem que escrevesse tão bem quanto o tal. O nome dele é Gabito Nunes, pelo menos é esse o nome que está no perfil. Não só o nome como também: "publicitário, 28 anos, gaúcho, sarcástico, beatlemaníaco, romântico, barbudo, cafeinado, feminólogo." Bom, ele deve ser é um cara normal, vive uma vida normal, mas os seus textos, não. Os seus textos não são normais, e sim fora do comum. Não me diga que estou exagerando, não estou, ele realmente é o cara. Veja os maravilhosos e encantadores textos deste homem, clica aqui.

E é isso gente, não sei mais o que postar, por isso acabou o post (:

Gostaria de pedir um favor a todos os leitores. Por favor galera, descobrimos um plagiador, o nome dele é Denny's e plagiou o blog da Rebeca . Não o xingue por não ter criatividade (:  Beijos e talvez terei uma novidade na semana que vem, e isso envolve o Marcos (o calmo).  

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Nada como um dia após o outro.

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"Eu sei qual é o sentido do amor hoje, eu não sabia, agora eu sei. Tem tanto tempo que não tomo um banho de chuva, que acho graça nas coisas simples, ele me faz sentir nova de novo. Eu me casei, com o homem ideal, maravilhoso. No começo eu não dei a ele o valor necessário, mas ele compreendeu, sempre foi muito amigo, companheiro. Agora falo como mulher, tenho um único filho, João Eduardo, fruto de um relacionamento muito mal sucedido, mas eu o amo, fora o presente mais lindo que já ganhei. Escolhi Eduardo, por ser um nome doce, que me passa fraternidade e confiança. Meu marido escolheu João por ser um nome forte, o que modesta parte, ele realmente é. Hoje Eduardo completa quatro anos, o sotaque carioca já é fluente em suas desajeitadas palavras.
 O amor prevaleceu, isso é o meu contentamento. Estou feliz por ter uma familia linda, perfeita, graças a Deus, minha vida não é como eu planejava, porque a vida que levo hoje não passava nem perto do meu mundinho de garota sonhadora. Mas, nada como um dia após o outro."
 
Luana fechou seu 'querido diário' o deixou ali em cima da escrivaninha, saiu de seu quarto, fechou a porta sem olhar para trás, respirou fundo e sorriu. Eduardo estava indo de encontro com a mãe a todo vapor com seu velotrol que acabara de ganhar de sua avó, Taís.
- Mamãe, olha o que eu ganhei!
- Nossa meu filho, que bacana e quem foi que te deu? - lá atrás ela avistara Renan com a fralda de Eduardo na mão e Taís com um olhar coruja. Luana abraçou seu filho, Renan a acompanhou, Taís pedia uma foto em familia, os três ficaram juntos, e o flash disparou junto com a campainha que tocou, Helena foi atender. André apareceu na porta com um presente em mãos do seu lado estava Alice, ela era realmente linda. Luana sentiu seu coração sutilmente cortar, sentiu a pontada física, mas não deixaria isso transparecer, sem recaídas foi cumprimentar seus convidados.
- Alice, André! - acenou de longe. Renan a acompanhou segurando firme em sua mão, ela o olhou nos olhos e sorriu com a certeza de que tinha se casado com o homem certo.

Fim.



Terminei o conto, se alguém leu, espero que tenham gostado, foi importante escreve-lo, pois foi o meu primeiro conto. Enfim, é isso. Sentirei saudade de escrever sobre a Luana e a sua doce imaturidade emocional. Um conto sobre o Eduardo virá, só isso que tinha a dizer. Comente pelo menos no último capitulo ok? Amo vocês, beijos e FUI :*

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Coisa nova pra você.

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Fiz um bate-volta com alguns amigos meus, dá uma olhada.


Primeira participação: Marina Garcêz (vulgo minha prima).




 

clica ai que você vai ver.

E o nosso segundo participante, é ninguém mais ninguém menos do que ele, a pessoa mais calma que já conheci.

MAAAAAAAAAAAARCOS. -q



1  2
34 
5 

Fim. Gostou? Não? Que se lasque. Beijos e fui :*

sábado, 3 de julho de 2010

Um texto que recebi por e-mail.

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Um dia, quando eu era calouro na escola, vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava meio triste. Eu pensei: 'Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ele deve ser mesmo um C.D.F'!
  O meu final de semana estava planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado à tarde), então dei de ombros e segui o meu caminho. Conforme ia caminhando, vi um grupo de garotos correndo em direção a Kyle. Eles o atropelaram, arrancando todos os livros de seus braços, empurrando-o de forma que ele caiu no chão. Seus óculos voaram e eu os vi aterrissarem na grama há alguns metros de onde ele estava. Kyle ergueu o rosto e eu vi uma terrível tristeza em seus olhos. Meu coração penalizou-se! Corri até o colega, enquanto ele engatinhava procurando por seus óculos. Pude ver uma lágrima em seus olhos. Enquanto eu lhe entregava os óculos, disse: 'Aqueles caras são uns idiotas! Eles realmente deviam arrumar uma vida própria'. Kyle olhou-me nos olhos e disse: 'Hei, obrigado'!
Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros e perguntei onde ele morava.
Por coincidência ele morava perto da minha casa, mas não havíamos nos visto antes, porque ele freqüentava uma escola particular. Conversamos por todo o caminho de volta para casa e eu carreguei seus livros. Ele se revelou um garoto bem legal. Perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais gostava dele. Meus amigos pensavam da mesma forma.
Chegou a Segunda-Feira e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez! Eu o parei e disse: 'Diabos, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando essa pilha de livros assim todos os dias!'. Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Nos quatro anos seguintes, Kyle e eu nos tornamos mais amigos, mais unidos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar em Faculdade.
  Kyle decidiu ir para Georgetown e eu para a Duke. Eu sabia que
seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria problema. Ele seria médico e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F. Ele teve que preparar um discurso de formatura e eu estávamos super contente por não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar. No dia da Formatura Kyle estava ótimo. Era um daqueles caras que realmente se encontram durante a escola. Estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos. Ele saía com mais garotas do que eu e todas as meninas o adoravam!
Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então, dei-lhe um tapinha nas costas e disse: 'Ei, garotão, você vai se sair bem!' Ele olhou para mim com aquele olhar de gratidão, sorriu e disse:
-'Valeu'!
Quando ele subiu no oratório, limpou a garganta e começou o
discurso:
'A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que nos ajudaram durante estes anos duros. Seus pais, professores, irmãos, talvez até um treinador, mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém, é o melhor presente que você pode lhes dar. Vou contar-lhes uma história: ' Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana! Contou a todos como havia esvaziado seu armário na escola, para que sua mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse e estava levando todas as suas coisas para casa.
Ele olhou diretamente nos meus olhos e deu um pequeno sorriso.
'Felizmente, meu amigo me salvou de fazer algo inominável!' Eu
observava o nó na garganta de todos na platéia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com a mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia. Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior.

Deus nos coloca na vida dos outros para que tenhamos um impacto, uns sobre o outro de alguma forma.

(Autor desconhecido) 

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Pode rir.

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Essa ai é a Gabiróska :B



O aniversário dela foi dia 11/6 dai eu prometi que ia fazer uma surpresa. Demorou, mas saiu :F


Pode rir, eu fiz foi pra isso mesmo.


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Realmente um desabafo. :#

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Eu parei para pensar a real personalidade das pessoas daqui, eu realmente pensava que todos eram simples e humildes e que eu faria amizade realmente sinceras, mas ao que me parece é que tudo realmente falso, tudo realmente fingido, realmente frio. Parece até que mudei de país, este lugar nem parece o Brasil, onde há um povo realmente caloroso. Eu me sinto uma louca aqui, mas uma louca mesmo, daquelas que precisam ser internadas em um hospício, então é isso? Todo mundo vai me recriminar por ser feliz? Por viver cantarolando e pulando por ai?
  Comecei a querer mudar, mas isso realmente não dá. O que me deixa triste é ter que conviver com pessoas que realmente, não sabem sonhar. 
 

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