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quinta-feira, 29 de março de 2012

Sonhe mais.

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 Deixa o sol nascer, deixa que tudo vai fluir como naturalmente é. Mesmo que os seus olhos quase fechados queiram não mais sonhar, lembre-se que a vida é feita de sonhos e momentos futuros. Não desista dos seus, por conta de um sistema maior, afinal, há muito mais para você que acredita e que sempre alcança. Não deixa que o molde quadrado da sociedade tape seus olhos para a diferença, o moderno, o inusitado. Não se esqueça de que o sol precisa nascer, mesmo que a chuva o apague depois, o que de fato importa é que ele nasceu, e mesmo com a chuva, ele está lá. Não deixe, não permita, não queira ser induzida pelo igual a tudo. Lembra que tem Algo maior que torce e acredita na sua diferença que pode mudar o mundo.
 Por entretanto, vá pequena, não desista dos seus sonhos. Ele está contigo, e acredita que você pode!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Caixa de Sentimentos.

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Parte I | Parte II | Parte III


6 meses atrás.

 Ela o viu pela primeira vez em tempos. Mas o abraçou friamente, nem em sua cara olhou, já havia tirado a hipótese de um dia estar em seus braços, simplesmente esqueceu, mas ainda sim existia um sentimento ali, como se ele tivesse um espaço só dele no coração dela.








                            

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Caixa de Sentimentos.

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Parte I | Parte II

 1 ano atrás.

Pegou a caixa e limpou, leu papel por papel, sorriu com a infantilidade de suas letras mal traçadas. Pode até sentir uma pontada de sentimento por ele, mas com o tempo ela aprendeu a ser bem fria. Com a mesma determinação de ler cada papel com alegria no coração, ela rasgou cada um com ódio de si mesma por um dia ter perdido seu tempo escrevendo o nome de um idiota.
 Que morra você e os seus sorrisos, que morra você e o seu abraço delicioso, que morra você e as suas estúpidas “amigas”. Que morra esse sentimento que tanto me maltratou. Que morra passado!

 Tanto ódio... pobre menina, mal sabia ela que o mundo dá voltas, e que uma hora tudo podia finalmente acontecer. 







quarta-feira, 6 de abril de 2011

Caixa de Sentimentos.

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Parte I

Escrever, escrever e escrever. Adianta mesmo? Bom, pelo menos é uma forma de expressão, se é reconhecido ou não... Isso de pouco importa. O fato é: escrever é uma terapia hoje, e alem disso é a única saída. O que me resta a não ser lembrar e registrar os momentos?

3 ano atrás.

Ela se apaixonou por ele, pelo sorriso maravilhoso, pelo abraço que a deixa sem fôlego, como se nada pudesse acontecer a ela, como se ele fosse seu anjo da guarda. Enfim, tudo ilusão. Ele é mais velho, sai como os amigos, é popular, a luz dele ofusca a dela perante os outros.
 O seu amor platônico a deixava sufocada, então fez o que fazia melhor, começou a escrever.  Escreveu o nome dele milhões de vezes em papeis de cores e formatos diferentes, escreveu tanto que passou a perder aulas, notas e afins. Não adiantava tentar se concentrar, só estava presente em corpo naquela sala agitada, seu coração estava a no mínimo 300 km dali. Guardou todos os pequenos e grandes papeis em uma caixa azul. E lá ficou ela parada e guardada, assim como seus sentimentos.
 O tempo passou, a caixa azul continuava lá, eu diria intacta se não estivesse tão empoeirada.  A moça cresceu, viveu muitos outros relacionamentos intensos, complexos, longos e curtos. Amadureceu.
 

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